Feelings
I don't feel fine right now. I'm feeling lonely and empty. I really don't know what a feel but I am sad. I'm alone. I'm depressed. I want to cry so bad but the tears won't come, because of the years of holding them. I don't know if I'm even able to cry. I want it so much, but I can't do it, because I have been telling myself that I can't for so many years that I'm now incapable of changing it. I don't know if I am in love, or if I'm just feeling envious of that. All I know is that every time I see them, I get pissed. I don’t want to see them together ever again. But I don't know if I want him for me or not. I'm so angry. I'm so much better than him. Why can't I have that too? I'm so fine, and funny and smart. I know that I am interesting. But I'm alone. I need that for me. Desperately. I thought that I could hold that in me, but I can't anymore. I need to love and to be loved back. I need a warm body against mine when I am starting to fall asleep. I want to kiss shameless in front of everybody else. I want to fullfil all the dreams that I have been dreaming all my romantic life. I need to find my soulmate. Now.
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I'm feeling angry. I don't want anybody to feel happy around me. They can't do this to me. Rub their happy smiles of joy and pleasure all over my face. I hate all of them. I want them to feel just a little bit of the sorrow that I'm feeling right now. They're despicable. Die you bunch of crap! You don't deserve that! I do!
sábado, 29 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Noite de lua
Noite de lua... e tudo que eu quero esta noite de lua cheia é você
Sentir seu corpo nu junto ao meu
Buscando a saciedade dos seus desejos
Em uma corrida desenfreada pelo prazer
Percorrendo minha persona com dedos safados
Manipulando nossos sexos despudoradamente
Lambendo meu umbigo e virilha
Mordendo meus lábios e mamilos
Usando nossas gotas de suor como lubrificante
Neste encontro de duas frentes incontroláveis
Se chocando
Se roçando
Se mastigando
Se violentando
Ganhando esta luta sem perdedores
Gozando rios de infinita luxúria
Manchando seu estômago e meu rosto
Nos lambuzando em nossa lascividade
Apenas para iniciar este ritual profano novamente
Este é meu singelo desejo para esta noite de lua cheia
Topa torná-lo realidade comigo?
domingo, 16 de novembro de 2008
Nua

Nua
Abrem-se as cortinas
A função vai começar
Todos tomam seus lugares ante o palco das ilusões
Copos tintilam às mesas e as luzes se enfraquecem
Ela está no palco
Seu corpo se move ao som da música
E a cada batida mais forte
Uma peça de seu vestuário é jogada à platéia sedenta
Seus seios delicados balançam rente ao chão
Enquanto esfrega a virilha no mastro de dança
Na platéia em alvoroço
Homens se tocam oferecendo dinheiro à prostitutas baratas
Levam-nas ao quarto e ejaculam precocemente
Pensando no corpo dela
O bar vende bebidas e corpos descartáveis
Enquanto ela ainda dança
Jogando o cabelo para trás e derramando cidra em seu torso
Lambendo seus mamilos e dedilhando sua vagina
Seus espectadores se agitam sujando chão e palco de sêmen
E enquanto ela se retira recolhendo as gorjetas
Ouve baixarias e propostas sujas
No camarim apodrecido
Pílulas calam suas lágrimas afogadas em conhaque puro
Assim é a vida dela
Todas as noites de todos os dias
Uma escolha errada a levou a um caminho sem destino
Mas ela não desiste e continua sem se queixar
Sozinha naquele prostíbulo
Fora do palco e à luz do dia ninguém sabe seu nome
Seu corpo está nu mas sua alma jamais é revelada
Mesmo que ninguém realmente se importe
Fecham as cortinas
Mas o ato não se encerra
Pois a vida continua
Segue ininterruptamente
Querendo-a ou não
sábado, 15 de novembro de 2008
Estou pronto
Estou prontoTenho vontade de me apaixonar
Ter finalmente um relacionamento físico
Render-me aos desejos carnais
Sentir minha pele sendo procurada
Por suas mãos curiosas
Meus pelos acariciados e banhados
Pelo nosso suor e sua língua
Seus dentes arranhando meus pontos sensíveis
Da minha orelha ao meu peito
Seu hálito quente e mentolado
Sussurrando deliciosas obscenidades
Arrepiando os pelos da minha nuca
Seus dedos nervosos e hesitantes
Percorrendo meus recantos intocados
Buscando todas as maneiras possíveis
De nos proporcionar prazeres incomensuráveis
Seus lábios mal roçando os meus
Levando-me à loucura da espera
Suas coxas fortes e definidas
Enlaçando-me e puxando-me para junto de ti
Seus dedos do pé arrepiando
A parte de trás e interna das minhas pernas
Nossas mãos entrelaçadas
Nossa respiração ofegante
Nossa garganta seca
Nossas cinturas se buscando
Nossos corpos convulsionando
Nossos sexos se tocando pela primeira vez
Enquanto me olha nos olhos com volúpia
Invadindo minha alma e meu templo
Com amor e palavras chulas
Com carinho e lascividade
Com consentimento e violência
Com paixão e prazer
Ver seu rosto fustigado pelos meus beijos
E seu corpo exausto e satisfeito
Descansando após nossa primeira interação física
Deixa-me teso e contente
Por enfim poder viver
O momento mais feliz e completo
De toda minha vida
É isto e mais coisas que não sei descrever
O que sempre desejei e nunca busquei
Mas agora
Finalmente
Depois de tanto tempo
Tenho a alegria de conseguir dizer
Que estou pronto para começar
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Primeiro poema escrito no meu novo celular
domingo, 9 de novembro de 2008
Caminho
CaminhoTenho fome
Mas me sinto bem
Estou cansado
Mas me sinto esperançoso
Estou exausto
Mas disposto
Estou triste
Mas choro com alegria
Estou mudando
Estou me tornando em algo que sempre quis
Transformando-me cada dia
Naquilo que sempre busquei
Meu ideal literário
Cada minuto
Cada desejo sufocado
Renunciado de bom grado
Pode parecer loucura
Não ter o apoio de ninguém
Mas é isso que eu quero
Estou me convertendo
Em mim mesmo
Pela primeira vez
Ainda falta muito
E sei que em algum momento
Irei fraquejar
Afinal
Nunca percorri este caminho antes
Mas o dia que chegar lá
Será o dia mais feliz da minha vida
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Não vejo a hora!
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