O jogoArrasto-me pelo chão
Lambuzo-me na sujeira
Excito-me pelo cheiro
Do suco melado
Que sai de sua virilha
Tic
Suas pernas abertas
Velhas conhecidas minhas
Seus mamilos endurecidos
Dão-me boas vindas
Mas não reconheço seus olhos
Tic
Retiro a vestimenta de couro
Inebrio-me com meus odores
Minhas mãos abrem caminho
E invado seu templo puro
Com arremetidas animalescas
Tic
Seus membros sangram
Atados às correntes
Contorcendo-se de dor
Sufocando seus gritos de pavor
Na boca cheia de meus dedos
Tic
Rasgo seus seios com meus dentes
Risco suas nádegas com minhas unhas
Lambo seu rosto choroso
E inundo seu interior
Com meu leite profano
Tic
Você me ajudou a me esquecer
Do quão podre e vil sou
Mas no jogo da roleta de hoje
Foi sua vez de perder
Querida não-voluntária anônima
Bang

