terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Tudo é muito efêmero


Tudo é muito efêmero

Tudo é muito efêmero. Nós somos breves demais. Nosso corpo delicado não resiste a muita coisa. E nossa mente frágil se despedaça como a asa de uma borboleta. Mas eu aceito esta situação imposta por Deus. Pois não importa quantos séculos tenham passado. Quantas gerações tenham morrido. Quantas estrelas tenham entrado em nova. Eu sei que um dia eu te amei. E que você me amou. E que, em uma época longínqua, quando bípedes mamíferos povoavam as planícies do que fora conhecido como Planeta Terra, nós nos amamos, sem nos preocuparmos com bobagens como o futuro ou o destino. Apenas apreciando o fato de estarmos vivos juntos, gozando desta dádiva abençoada. Obrigado por existir, meu amor, e por fazer deste instante fugaz, algo eterno e tão belo.

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